Director: João Carlos Vieira
Sábado, 18 Setembro 2021 - Periocidade diária
2021-09-12 09:46
Madalena Padrela campeã júnior na Praia Grande

O triunfo da surfista de Carcavelos Madalena Padrela, marcou o penúltimo dia do Sintra Portugal Pro, ela que se sagrou assim a campeã da primeira projunior World Cup feminina.

Ainda assim, o dia começou com sortes mistas para as cores nacionais: nos quartos de final  do “main event” feminino Mariana Rosa bateu a francesa Mathie Goujon, enquanto a heptacampeã nacional Joana Schenker não resistiu ao surf da japonesa campeã do Mundo Sari Ohara e se viu afastada da prova.

Contas feitas, duas portuguesas marcam presença nas meias-finais da prova feminina principal deste Sintra Portugal Pro 2021: Mariana Rosa e Filipa Broeiro, esta última que no dia anterior já tinha assegurado esse lugar ao bater Teresa Padrela, outra surfista da linha de Cascais em ação na Praia Grande.

Mariana, de apenas 18 anos, sabe que terá agora uma tarefa muito difícil frente a Sari Ohara nas meias-finais, mas diz-se “confiante” para o desafio:

“É uma pressão. É o segundo heat em que encontro a Sari neste campeonato [a portuguesa superiorizou-se à japonesa na segunda ronda, mas ambas passaram] e sei que ela é uma grande atleta, mas sinto-me confiante no meu surf e sei que não é impossível ganhar.”

Entretanto, a outra protagonista do dia, Madalena Padrela, de 17 anos, que já havia sido afastada do “main event” feminino, ironicamente levou de vencida, precisamente, Mariana Rosa na final do projunior feminino. Deixando Constança Silva, outra portuguesa, em terceiro, e a francesa Mathilde Coudeyrat na derradeira posição desta final a quatro.

“Estou muito contente por ter ganho aqui, não estava à espera. Mas só ganhei graças ao apoio da minha treinadora, Catarina Sousa, da minha irmã [Teresa Padrela] e toda a minha família aqui na praia. O meu foco, desde o início, era a prova júnior mas fiquei tão frustrada de ter perdido cedo na prova principal e acabei por ter aqui uma excelente compensação. Esta vitória mostra que o bodyboard feminino está de boa saúde em Portugal. E agora temos o Nacional na Figueira, para a semana, e depois disso o Esperanças na Póvoa de Varzim. É ação “non stop”, declarou no final a campeã.

DL/ANS

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