“Gianluca Naso jogou a um nível muito alto desde o começo. Tive muita dificuldade nos serviços dele e demorei a encontrar a melhor forma de responder. Tinha que ser eu a comandar os pontos e foi preciso aguentar as primeiras duas, três pancadas, antes de passar para o comando. Penso que foi essa a chave", referiu o tenista da Linha. Gil afirmou ainda que o adversário "quebrou fisicamente no início do terceiro 'set'", permitindo-lhe "controlar melhor os pontos".
Nesta sexta-feira, Frederico Gil discute um lugar nas meias-finais com o detentor do título, Potito Starace (58.º), o tenista mais bem cotado deste “Challenger”. Gil e Starace já se defrontaram por quatro vezes no circuito profissional, com o tenista luso a vencer uma única vez, em 2009, na final de singulares do ATP Challenger Nápoles.
Este ano, Starace venceu Frederico Gil em Sidney (Austrália) e em Doha (Arábia Saudita), sempre em dois "sets". Sobre o embate dos quartos-de-final, Gil declarou: “Starace está em grande forma, é muito experiente e joga em casa. Mas eu estou também a jogar bem”.



